segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Notícias do Cerrado

Quando saí de São José do Rio Preto imaginei que poderia chegar até Barretos no mesmo dia (fiz esse caminho mais longo para sair da BR-153, que continuava muito ruim). Depois vi que teria sorte se conseguisse chegar até Olímpia, no meio do caminho. Anoiteceu e nem Olímpia e muito menos Barretos, estava no meio do nada. A estrada também não era das melhores para ciclistas, quando havia acostamento era só de um lado e alternava entre as pistas. Estava meio tenso de pedalar nessa estrada no escuro, mas não passou muito tempo e avistei luzes alguns kilometros à frente. Era um posto de gasolina, o harém dos bicicleteiros viajantes.

Montei a barraca sobre um gramadinho macio. Enquanto estava preparando o jantar um caminhoneiro que estava esperando o borracheiro consertar seu pneu veio e me ofereceu o arroz que ele preparou e tinha sobrado. Foi perfeito pra misturar com o Strogonoff que a Ana me deu lá em Lins. Antônio me fez companhia durante a janta, ele contou que morava em um sítio e trabalhava na roça. Há 9 anos ele vendeu tudo para comprar o caminhão e ir conhecer outras terras. Ele pretende dirigir por mais um tempo e depois voltar para o sossego do campo e passar mais tempo com a mulher e os filhos. É estranho pensar como são passageiros esses contatos, a maioria dessas pessoas que me ajudaram e fizeram parte da minha vida por alguns breves momentos eu nunca mais verei.

Como eu estava bem abastecido de mantimentos pude tomar um café da manhã reforçado, leite, granola, frutas e mingau. Desmontei a minha casa, montei-a de volta na Gaia e peguei estrada perto do horário do almoço. Um mar de cana de açucar além de laranjeiras, seringueiras e um sol forte compunham a paisagem. O calor tornou a pedalada difícil, cheguei a conclusão que nesse dias muito quentes o melhor a fazer é sair bem cedo, próximo às 7 da manhã, pedalar até no máximo às 11, parar para almoçar e só sair após às 3 da tarde. Bem ao contrário do que eu estava fazendo, pegando o sol mais forte do dia.

Quando foi umas 4 horas percebi que o pneu traseiro estava murchando devagar. Parei em baixo de uma árvore, tirei meu banquinho e fiquei contemplando a situação. A preguiça de consertar o pneu naquele calor era grande, nisso o violão olhou pra mim, eu olhei pra ele e não teve jeito.
Enquanto eu tocava na beira da estrada passaram vários ônibus escolares cheios de homens que por alguma razão não pareciam estudantes. Eles me olhavam com tanta curiosidade e acenavam com tanto carinho que me deu a impressão de que viam em mim a possibilidade de uma vida diferente, talvez melhor, talvez apenas uma vida menos miserável.

Toquei por uma meia hora e não diminuiu a preguiça de virar a bicicleta, tirar a roda, pegar as ferramentas, procurar o furo, remendar a câmara, colocar tudo no lugar e o pior - encher o pneu com a bombinha de mão. Me restringi apenas a encher o pneu um pouco mais - já que esvaziava lentamente - na esperança de encontrar um posto mais a frente e usar o calibrador automático. Andei um tanto e nem sinal de posto, o sol não dava sossego e o pneu já bem murcho aumentava consideravelmente o esforço para prosseguir. Depois de uma subida forte apareceu uma barraquinha e uma placa com alguma coisa escrita que aos poucos foi se delimitando: Côco Gelado e Caldo de Cana. Era tudo o que eu precisava para ser feliz naquela hora.

Os dois homens que estavam sentados à mesa puxaram uma cadeira e me convidaram para sentar junto. A conversa fluiu naturalmente, como se fossemos velhos conhecidos. Edinho, o dono da barraca contou vários dos seus causos e disse que ele também tem desse sangue aventureiro. Ele contou que aqueles ônibus escolares carregam bóias-frias, na maioria imigrantes nordestinos que trabalham no corte da cana, serviço dos mais brutos que há segundo ele, que já trabalhou no canavial. Para alguns - poucos eu diria - a cana é sinônimo de progresso, biocombustível, exportação... Para Edinho a cana representa a miséria desse povo.

Mais de uma hora de conversa regada a água de côco e garapa, o sol já estava se pondo e eu resolvi seguir em frente. Quando fui pagar, Edinho se recusou a aceitar qualquer coisa. "Não precisa não, vai com Deus companheiro".

A conversa foi tão boa a ponto de eu esquecer completamente que estava com o pneu furado. Nessa altura ele já estava vazio. Empurrei a bicicleta mais um pouco e como não vi nenhum posto parei para enfim consertar o pneu. Cheguei em Barretos de noite. Fui ao Corpo de bombeiros e mais uma recusa - sem trocadilhos dessa vez (ah e só pra esclarecer eu dormi em cama de sargento mas não com o sargento). Eles me falaram para procurar o Albergue da cidade. Eu imaginei que eles não se referiam a um Albergue da Juventude como alguns que eu já fiquei, mas mesmo assim resolvi ver como era.
Cheguei até o local indicado e fui me informar como funcionava. O Atendente, muito simpático falou:
- É simples, você dá o teu nome, toma um banho, janta e vai dormir.
- Não paga nada?
- Não, não paga nada não. Aqui é pra vocês mesmo, é público.
Pensei comigo, banho, janta e uma cama pra dormir é só o que eu preciso mesmo. Vou ficar então. Depois que eu encostei a bicicleta em um canto ele disse:
- Ah, amanhã antes de sair tem que conversar com a Assistente Social, ou se quiser sair cedo pode conversar agora mesmo.
Enquanto eu pensava porque haveria de conversar com a Assistente Social, ela que já estava de saída veio até mim.
- E então, ela disse.
- Sei lá... viajando de bicicleta, tava procurando um lugar pra dormir e me mandaram aqui... Só isso.
- Então tá, tá conversado, amanhã não precisa me esperar.

O atendente me contou que de dia ele trabalha na manutenção da estrada e há 2 dias já tinha me visto pedalando, nessa conversa eu já entrei na casa, ele pegou meu nome e fez o registro, me levou em um lugar 'mais seguro' para guardar a bicicleta e falou pra eu ir tomar banho. O cheiro da casa definitivamente não era dos melhores, notei que a maioria das pessoas que estavam lá esperando a janta eram mendigos.

Isso tudo aconteceu muito rápido e eu não tive tempo de pensar duas vezes se eu realmente queria dormir ali. Esse questionamento só me veio na hora que eu estava debaixo do chuveiro. O cheiro que preenchia todos os cômodos da casa era mais forte ali. Um cheiro ardido que doía nas narinas, não era somente cheiro de fezes e urina, era o cheiro de todas as secreções humanas já fermentadas pelo tempo e pelo sol, cheiro de quem só tem uma roupa e por isso não pode lavá-la. Cheiro do bicho homem, que não estamos acostumados a sentir.

Enquanto eu me lavava pensei em ir embora depois do banho, eu ainda tinha 20 reais no bolso, poderia pagar um hotelzinho. Mas o que eu diria ao atendente, e pior, o que eu estaria dizendo pra mim mesmo, que estou com medo de pegar alguma doença, que não preciso me misturar a esse tipo de gente, que não sou mendigo e me acho melhor que eles? Não, eu tinha que ser coerente com o que eu penso, não iria sair dali.

Fui jantar. O prato que me deram era uma montanha de arroz, feijão, polenta e macarrão. O talher, uma colher apenas. Uma senhora sentou-se ao meu lado. Perguntou se eu era hippie, depois perguntou de onde eu era. Quando falei que era de Curitiba ela logo perguntou se eu conhecia Santa Catarina. Eu estava pronto para falar das praias, Florianópolis, Camboriú quando ela disse:
- Lá no verão dizem que é show pra catar latinhas...
Pois é, deve ser mesmo, eu é que nunca tinho visto Santa Catarina por esse lado. Ela era catadora de latinhas e estava lá em Barretos para trabalhar na festa do peão de boiadeiro que começaria em alguns dias.

Fui dormir. Era um quarto enorme, umas 25 camas. Deitei como se estivesse em um caixão, imóvel. Não quis me virar para não descobrir que o travesseiro e a cama cheiravam igual a tudo mais que estava ali. Depois de um tempo a curiosidade foi maior e eu virei levemente a cabeça. Me arrependi. Mais pessoas foram chegando e todas as camas foram ocupadas. Em um colchão no chão havia algumas crianças. Tive um certo medo de ser assaltado ou algo assim, mas não havia porque ter medo, eu não tinha nada comigo, só um shorts, uma camiseta e um par de havaianas. Acho que tive medo que descobrissem que eu estava ali por opção, e não por falta delas como todos ali. Eu me senti muito mal por isso. Mas acho que ninguém estava preocupado se eu pertencia àquele lugar ou não, eu era só mais um a se lamentar por estar ali no fim do dia.
Lá por umas 10 e meia o rapaz que cuidava do lugar veio até o quarto, verificou se tudo estava como deveria ser, saiu, trancou a porta e apagou a luz - o único interruptor ficava do lado de fora do quarto. Hora de dormir. Passado algum tempo o odor deixou de me incomodar, eu havia me acostumado. Consegui até dormir um pouco, a noite foi tranquila apesar do coro de roncos. Às 5:30 da madrugada o rapaz vem, acende a luz e destranca a porta. Hora de ir embora.

Finalmente consegui sair cedo como eu queria. Até um pouco mais cedo do que eu queria. Almocei em Guaíra e fiquei um tempo por lá esperando o sol baixar. Já de noite cruzei a divisa SP-MG e cheguei no posto fiscal de Volta Grande. Nesse posto funciona a receita estadual e a fiscalização sanitária. Perguntei ao militar responsável se poderia montar a barraca por ali. Ao contrário de todo bom mineiro ele não se mostrou muito hospitaleiro, falou para eu seguir mais 1 km até o posto de gasolina. Como eu estava bem cansado sentei ali mesmo para tomar água e comer umas bolachas antes de continuar. Nisso chegou o rapaz que trabalhava na fiscalização sanitária, o Júnior, ele também era ciclista e tinha muita vontade de fazer uma viagem de bicicleta. Até deu uma volta na Gaia pra ver como era. O Júnior me deu janta, emprestou o banheiro pra eu tomar banho, deixou eu montar a barraca por ali e até me emprestou um colchão pra colocar dentro dela. Gente fina pra caramba.

Neste dia pedalei 99 km, e totalizei os primeiros 1000 km desde o começo da viagem. Foram 28 dias, dos quais pedalei 17, numa média de 60 km por dia pedalado. Felizmente até agora eu e a Gaia não caímos nenhuma vez, também as tatuagens que o asfalto me fez em outras pedaladas por aí me fizeram mais prudente. Meu controlador de velocidade é o meu precioso chapéu, quando ele esboça a vontade de sair voando por aí e procurar outra cabeça pra sentar é hora de segurar o freio. Além disso durante o dia ele protege meu cangote do sol, e de noite, com uma leve inclinada de cabeça, protege os meus olhos da luz alta dos carros e caminhões que voltam de Cuba ou de algum outro lugar no meio do meu caminho até lá.

No outro dia ainda filei um café da manhã no posto fiscal. Muita subida pra chegar em Uberaba, dormi lá e segui com destino a Uberlândia, no caminho encontrei outro cara viajando de bicicleta, o seu Valdeci, 51 anos. Ele não tinha um destino certo e tampouco um ponto de partida, a verdade é que ele estava pedalando pelas estradas do Brasil há 30 anos. Sei que isso não pega muito bem pro meu lado, mas devo admitir que achei ele meio louco, doido mesmo. Acho que por alguma razão ele não tem nenhum lugar ou ninguém pra voltar, então ele apenas anda, anda pra não ficar parado. De qualquer maneira ele me pareceu ser uma pessoa feliz. Acho que andar é bom.

Acampei em um posto de gasolina e no outro dia cheguei em Uberlândia. Fui muito bem recebido pela Márcia e pelo Fernando, amigos da mãe de uma amiga minha. Não eram exatamente meus parentes mas me receberam como se eu fosse filho. Fiquei hospedado na casa do Seu Gérson e da Dona Margarida, pais da Márcia, por 5 dias. A Márcia, que é médica, me levou pra conhecer alguns hospitais e postos de saúde da cidade. A experiência foi muito boa. Ainda foi bom pra descansar bastante e comer bem. Abraços pra todos que me receberam em Uberlândia, Arsélio, Tânia, Samanta, Paula, Laura, Estevão e a galera da UFU que me levou pra comer um fondue de chocolate.


Saí de Uberlândia no sábado e depois de subir mais um tanto dormi em um posto de gasolina perto de Paracaíba. A paisagem por aqui já está bem diferente de casa, o cerrado, várias frutas cujos nomes e gostos eu não conhecia. No outro dia cheguei até a divisa MG-GO, um turista pediu pra tirar uma foto da Gaia, ainda bem que ela não é envergonhada. Parei em um restaurante e conheci o Formiga, um caminhoneiro que estava lá esperando a papelada da Receita Estadual. Ficamos conversando, tocando violão e comendo peixe frito - que ele fez questão de pagar - por umas 3 horas. Ele também estava indo para Caldas Novas, ia na casa de uma amiga comer um churrasco e me ofereceu uma carona e um lugar pra ficar. Eu já havia recusado uma carona alguns dias atrás mas essa era irrecusável, carona com direito a churrasco e pernoite... Com muito sacrifício consegui colocar a bicicleta dentro da cabine do caminhão e fomos.

A primeira carona da viagem. Pouco mais de uma hora e foram-se os 75 km até Caldas que eu levaria umas 5 horas para fazer. Economizei algum suor, as subidas eram fortes e o sol também. Compramos uma carne e fomos até a chácara da Esther. Noite gostosa com churrasco, cantoria e boa conversa. De manhã o Formiga seguiu viagem para Goiânia e eu fiquei por aqui para usar a internet e escrever - pois é, fazia tempo que eu não dava notícias, desculpa aí galera. Vi nos meus e-mails que o Goiano, vulgo Alexandre, amigo meu lá da UFRGS me passou uns contatos de familiares dele em Goiás, incluindo o avô dele aqui em Caldas mesmo. Liguei pro seu Sidiney que me recebeu muito bem, meu plano era seguir viagem hoje, mas agora acho que vou ficar uns dias por aqui pra conhecer as águas termais. Meu destino para os próximos dias é Goiânia, Brasília, Chapada dos Veadeiro e Jalapão.

20 comentários:

Mário Henrique disse...

Léo, um grande abraço. To contigo nessa meu irmão. Quem massa que é ver tudo dando certo. Ler o Blog só me faz ter vontade de pegar a laranja mecânica e sair pedalando. Boa sorte nos eu caminho e que Deus te acompanhe! Grande abraço.
ps: Ainda bem que dessa vez voçê não teve que abraçar o sargento...

Tenile disse...

BRAVOOO!!!!

Thomas disse...

Legal Léo!!
Aproveita a cidade então, e siga em frente!!

barbudo disse...

Nossa Léo, continuo me surpreendendo com sua capacidade de escritor. Relato impressionante esse seu no albergue e de vc não esperaria outra escolha senão a q fez. Só vivendo o drama dos que o vivem para entender. Não sei se eu teria coragem, mas fiquei muito orgulhoso de ser seu amigo. É fácil escrever tranquilamente aqui do meu quarto com todas as comodidades e minha unica preocupacao e se devo ir pra aula ou nao, ou qual deve ser o grupo de internato, me sinto pequeno e frivolo. Acho bom isso, seu relato nos lembra da grande aventura q é a vida. Parabéns pelos 1000km só mais 4? hehe passa rápido

Anônimo disse...

Léo,
Um grande abraço e que Deus te acompanhe sempre na sua caminhada...estarei torcendo e rezando bastante como se vc fosse o meu filho....
Vc vai ser um ¨Médico Escritor¨....

lu*sinha disse...

Léo, fiquei emocionada com seu relato sobre o abrigo público... Até que ponto a degradação do homem pode chegar? Aliás, por que trancar a porta? Além de miseráveis, prisioneiros?
Sobre o cheiro impregnado, acho que já o senti algumas vezes e pasme, foi dentro de um hospital público. Não podia deixar de ser diferente, um estado que se limita a produzir cana, só poderia se limitar à miséria. Os lucros com a cana são exorbitantes, mas adivinha? È só mais um exemplo, dentre tantos, do quanto não há distribuição de renda no brasil. Em geral, cada trabalhador ganha por produção individual a mísera quantia de R$3 (três reais) por tonelada!! Inclusive, existem registros no Centro-oeste e São Paulo sobre morte de cortadores de cana por cansaço! (Qnto mais cana eles cortam, maior a renda e consequentemente eles trablham até a exaustão....)

Agora sim o sol escaldante dando sinais de vida e não é num belo dia de praia...

Que bom que vc saiu de casa, caiu no mundo, sente cheiro de gente e não se aliena num mundinho perfeito, cheio de flores, pré-fabricado.

Espero que vc tenha alguém sempre te protegendo. O mundo (que o homem constrói) pode ser muito mesquinho e cruel... Não tenha medo do seu senso crítico e não ache que se proteger é pré-julgar as pessoas. Acredite no que vc sente. Se cuida, beijos, Lu

Anônimo disse...

1.000 Km ..... 1/5 da viagem ... parabéns pela conquista!!!

A sua redação sobre os eventos acontecidos é muito legal. Tenho orado e te acompanhado desde que te vi no jornal naquele domingo (07/07/07).

Agora esta sua história de ficar num alabergue junto com mendigos foi prá la de qualquer expectativa. Esta experiência sem dúvida te acompanhará pelo resto de sua vida. " Você já se imaginou contando para os seus netos o que vc viu e sentiu neste dia?

"Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos justos são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é." Deuteronômio 32:4

Fernando

HelioMiguel disse...

Léo, seu blog é inspirador! Continue tendo uma ótima viagem.

Marcinha jpa disse...

léo! qnto tempo! não sei se você vai lembrar de mim e logo de mim né,mas tudo bem estamos aqui para te lembrar há alguns anos atrás vc viajou para esses cantos daqui(PY- não essa cidade, mas sim Dourados!bom umas jpas meio sem noção da vida!Sim vi seu blogger num msn acho que era do bernardho..!
ahh que tudu viajar assim pelo cantos desse brasil que agente ainda tem né?!1000 parabenss mesmo´e chegar a cuba?(ahhh um lugar quase perto né ahaehah)
amei mesmo suas historias,e emocianada de verdade!
bjinsh e que continue sempre sua viagem fique bem!

Susan disse...

o leo!!
q delícia sua viagem!
qtas aventuras e qta coragem hein?
tome cuidado, ok?
boto fé em vc!!!!
e adorei a história do albergue!!!!
só vc mesmo hein??????
beijao leo!!
saudades!

Anônimo disse...

Oi Leo,

Estou esperando vc aqui em Brasília. Dê sinal! Fiquei ansiosa para sua chegada hoje, mas quando entrei no seu blog vi que resolveu conhecer Caldas Novas e Goiânia. Aproveite por aí!
Ah sim, fiquei super entusiasmada com sua idéia de ir para a Chapada dos Veadeiros e Jalapão. Não quer me carregar na garupa???? heheh
Um grande abraço e até cá.
Marina

Anne disse...

Oi Léo!!! Seu blog da viagem está mto bom... Se cuide e continue escrevendo!

Bjos!

Anônimo disse...

Léo.

Moro em Floripa. Também nunca pensei nas nossas praias do ponto de vista do catador de latinhas! Cada um porém vê as coisas a partir de sua realidade.

Seus relatos são muito legais. Inspiradores mesmo!
Força no caminho!
Paulo

Fernando Mantovani disse...

Véio, começo a ler e não quero parar mais, vc tem o dom!
Muito forte a sua experiência no albergue, ja que a gente não pode passar por essas e outras milhares de experiências por aqui vamos aprendendo e nos deixando deliciar pelos seus relatos.
Tenha certeza que não está sozinho nessa viagem, estamos todos curtindo ela com vc mesmo que de longe!
Grande Abraço!!!
Mantovani.

Daniel disse...

haha
tá escrevendo muito bem garoto!
qualquer dia liga aqui no 0800!
pra bater um papo e tal...
abraço e boa pedalada!

Leila Jinkings disse...

Léo
Sorte!
Que saia tudo bem na sua viagem.
Muito rica a tua experiencia. Estarei acompanhando seus relatos. Lembra o Che, el viaje en motocicleta. A visão de mundo dele se forjou ali, naquela experiencia em que se colocou aberto, como percebo você na sua trilha.
Bem-vindo à Brasília. Conte conosco aqui.
abs

Minha vida em Buenos Aires - by Rafael Reis. disse...

Segue firme Léo...boa sorte na tua viagem. Abraços.

Cecília disse...

Oi, Léo. Li uma matéria sobre sua viagem no Correio Braziliense. Como boa mochileira, fiquei super empolgada. Se você passar um perrengue e precisar de alguma força durante sua estada em Brasília pode me escrever: ceciliagontijo@hotmail.com

Um abraço e boa viagem!

Andre Luiz disse...

Estimado Léo,
Apesar de não lhe connhecer pessoalmente me identiquei muito com a sua aventura e o seu espírito humano, por isso lhe escrevo essas palavras. Desejo que Deus ilumine essa grande jornada rumo a Cuba. Fique emocionado com os relatos de sua viagem e a sua sensibilidade em retratar a realidade. Conheço boa parte da América Latina e do Brasil (os seus rincões) e posso lhe dizer que seus relatos são de um cunho altamente antropológia e poético, parabéns meu amigo. Não sei se você já passou por Brasília, se não terei o maior prazer em recebê-lo na minha casa. Tel. 8149-2052 (pode ligar a cobrar). Voltarei a lhe escrever. Fique com Deus
Grande abraço
André

André Costa disse...

Leo!!!
Estou lendo seu blog todo !!!

Muito legal sua viagem!!!!!!! Quero só saber como acabou!! uhuhuh

Quem passou seu blog foi um maluco muito gente boa que encontrei em uma bicicletaria em Florianópolis! O Pedro Zanella!!!

é isso ae!!!
Abraçoooooooooo